Instantes com Deus

Conversão que Transforma

10 de setembro de 2026
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Conversão que Transforma

Conversão que Transforma - Colossenses 3, verso 10. “E vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.”

Queridos. Um jovem chamado Marcos procurou seu amigo Paulo, para assaltar uma padaria. Mas, Paulo havia se convertido a Cristo, e quando Marcos perguntou se ele estava pronto para o assalto. Paulo respondeu que não, que havia acontecido algo novo em sua vida. Para muitos, conversão significa apenas levantar a mão, repetir uma oração ou assumir uma religião. Entretanto, biblicamente, conversão é muito mais profunda. É obra da graça soberana de Deus que alcança o pecador, concede-lhe fé e arrependimento e inicia nele uma nova vida.

1º. A conversão muda nossa identidade. Paulo afirma: “vos revestistes do novo homem”. A imagem é de uma troca de vestimenta. O cristão não recebe apenas novos costumes; recebe uma nova identidade. Na perspectiva reformada, a salvação não nasce da capacidade humana, mas da graça de Deus. O pecador, morto em seus delitos, é vivificado pelo Espírito. Deus não apenas melhora o velho homem; começa nele uma nova obra. Uma roupa velha pode ser lavada, passada e perfumada, mas continua sendo velha. Assim também não basta maquiar comportamentos. Cristo transforma a pessoa de dentro para fora. Por isso, a pergunta não é apenas: “Eu frequento uma igreja?”, mas: “Cristo transformou minha vida?”

2º. A conversão transforma nossos pensamentos. O novo homem “se refaz para o pleno conhecimento”. A mente passa a ser orientada pela verdade de Deus. Antes perguntávamos: “O que eu quero?”. Agora perguntamos: “O que Deus deseja?”. Antes nossos valores eram moldados pelo mundo; agora a Palavra começa a dirigir nossas decisões. Essa transformação aparece nas coisas simples, como tratamos o cônjuge, os filhos, os vizinhos, como usamos o dinheiro, e como reagimos quando somos contrariados. O cristão ainda pode errar, mas não pensa nem vive como antes.

3º. A conversão produz uma nova vida. Paulo diz que o novo homem é renovado “segundo a imagem daquele que o criou”. Portanto, a conversão verdadeira produz santificação. Não somos salvos pelas boas obras, mas somos salvos para boas obras. Romanos 6, verso 22 afirma: “libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação”. Quando uma árvore recebe vida, seus frutos aparecem. Não vemos a raiz crescendo, mas percebemos sua realidade pelos frutos. Assim também a fé verdadeira produz evidências. O cristão ainda luta contra o pecado, mas não consegue viver tranquilamente dominado por ele. Porque em Cristo há novos desejos, nova direção e uma nova batalha.

Querido. Há diferença em você? A Conversão genuína não é reforma superficial. É uma obra de Deus que alcança a mente, o coração e a maneira de viver. Não significa perfeição instantânea, mas nova direção e transformação progressiva. Se Cristo realmente nos alcançou, alguma coisa precisa estar diferente. Talvez seja necessário abandonar um hábito, perdoar alguém, reconciliar-se com a família, controlar as palavras, voltar à oração ou buscar novamente a Palavra. A pergunta não é apenas: “Eu um dia aceitei a Cristo?” A pergunta é: “Cristo está fazendo uma obra nova em mim?”

A conversão faz diferença porque Cristo faz diferença. Quem está unido a Ele não permanece o mesmo. Agora com alegria, abra o seu coração para receber a bênção deste dia: A conversão faz diferença!

Ouça o áudio.

Ministração Rev. Pinho Borges / Locução Fábio Virtual.

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